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Monday, September 19, 2011

Como cuidar dos pneus de seu carro

Toda a tecnologia implantada no desenvolvimento de um pneu pode ser comprometida se ele não for calibrado. Se as condições de pressão não forem adequadas, além de comprometer a segurança do veículo — a estabilidade diminui e o condutor perde a capacidade de manejo — o carro consumirá mais combustível. Por isso, é muito importante a manutenção constante dos pneus.

“Se o carro roda com 30 libras, e você deixa com 20% a menos, na cidade pode nem perceber, mas na estrada faz uma enorme diferença. Aqueles 3% de economia de combustível que se consegue com o desenvolvimento de pneus com baixa resistência ao rolamento se perdem. Além disso, o pneu perde até 30% de vida útil e a segurança fica comprometida”, afirma o gerente de marketing de produto de pneus de passeio e caminhonete da Michelin América do Sul, Renato Silva.

A recomendação dos especialistas é que a calibragem seja feita a cada quinze dias, inclusive do estepe. O ideal é calibrar o pneu quando ele estiver frio. “Pode parecer exagero, mas é muito importante a manutenção da pressão. Vários fatores podem causar a perda de pressão, como furos, um prego que ficou no furo, uma válvula que não funciona direito, uma roda amassada etc. Isso compromete a performance do pneu”, destaca o diretor de pesquisa e desenvolvimento da Pirelli, Roberto Falkenstein.

Sobre o nível de pressão, Falkenstein ressalta que se deve seguir as recomendações especificadas no manual do carro. “Essa calibragem ideal é buscada em testes e é a que permite obter o melhor equilíbrio”, afirma o diretor da Pirelli.

O excesso de pressão também é prejudicial. De acordo com o gerente de produtos e serviços técnicos da Continental Pneus, Gilberto Viviani, nesse caso, o pneu tem contato com o solo apenas por meio da parte central da banda de rodagem e se desgasta com muito mais rapidez. As distâncias de frenagem também são maiores.


Fonte



Thursday, September 1, 2011

Três cidades para viajar de carro

Viajar de carro é uma experiência deliciosa para quem gosta de dirigir, além do conforto e comodidade que o veiculo oferece, o turista também faz seu próprio roteiro sem depender dos horários de terceiros, parando nos pontos de interesse e permanecendo o tempo que desejar.



Uma das primeiras coisas que se devem fazer quando se pretende viajar de carro é planejar tudo com antecedência, os roteiros devem ser pré estabelecidos, pois alguns itens como a reserva de hotéis não pode ser feita na ultima hora; alguns sites na internet como a FalaTurista oferecem esse serviço online, logo, com apenas alguns cliques você resolve esse quesito. Outro item importante é fazer a revisão do veículo, é essencial que o mesmo tenha sido avaliado por profissionais antes de cair na estrada.



Selecionamos aqui três capitais nacionais que possuem um grande fluxo de carros, mas ainda sim são excelentes roteiros para quem deseja viajar a quatro rodas.



Curitiba/PR

Antes de tudo, quem pretende viajar para a capital paranaense de carro deve optar por se hospedar em um hotel Curitiba que esteja localizado na região central, pois assim fica mais fácil o acesso para os outros pontos da cidade. Dirigir na capital é bem simples e fácil, a cidade é bem sinalizada e há quem diga que é impossível se perder lá. Os postos de atendimento ao turista oferecem bons mapas da cidade para facilitar a vida de quem viaja por conta própria.



São Paulo/SP

Dirigir na grande metrópole paulistana não é um bicho de sete cabeças como muitos costumam dizer por aí! Porém, a atenção é um item indispensável para quem pretende visitar a cidade de carro, pois ela é muito grande e em alguns casos se você fizer uma conversão errada é necessário realizar um retorno gigantesco para voltar ao ponto de partida. Antes de sair do seu hotel em São Paulo, peça auxílio para o concierge do seu hotel para saber como chegar ao ponto turístico de interesse, e o mais importante, atenção às placas!



Rio de Janeiro/RJ

Assim como em São Paulo, dirigir na capital fluminense exige atenção redobrada! O fluxo de veículos na cidade é intenso e, ao contrário das outras, não é bem sinalizada. Peça informações em seu hotel no Rio de Janeiro, faça uso de mapas fornecidos por serviços de atendimento ao turista e se precisar utilize ferramentas como o Google Maps.






Friday, August 26, 2011

Quando trocar o limpador de pára-brisa.

O limpador de pára-brisa é como guarda-chuva você só se lembra dele quando está chovendo. Mas o ele não é um equipamento qualquer e merece atenção especial. Imagine acioná-lo e notar que ele não está retirando a água de forma eficiente.



Esta situação pode ser responsável por um acidente, pois o motorista fica com sua visão encoberta.



Como as palhetas do limpador são feitas de borracha e ficarem do lado de fora, estão sujeitas às ações do tempo. Isso acarreta o ressecamento do material e, por conseqüência, o desgaste, que pode começar a soltar pedaços.





É importante que se verifique o estado das palhetas pelo menos uma vez por ano, ou que peça para um mecânico fazer isso. Uma palheta genérica custa em torno de R$ 10, as originais custam de R$ 20 a R$ 35.



Nada de detergentes também no reservatório do limpador que deve ser abastecido com uma solução de água com aditivo apropriado para limpeza que ajuda na diminuição do atrito entre a borracha e o vidro, melhora a qualidade da limpeza e não corrói a borracha.



Também é importante observar a como estão as mangueiras que puxam a água do reservatório de água até o esguicho. Como ficam debaixo do capô, essas mangueiras sofrem a ação do calor provocada pelo motor e também podem ressecar. Portanto, verifique a cada 12 meses se há furos ou partes danificadas nas borrachas.



Outro problema que pode ocorrer é a trepidação quando o limpador é utilizado. Isso acontece porque o mecanismo apresenta folgas.



Ao instalar um novo jogo de palhetas, é preciso cuidar da limpeza do vidro antes de se fazer o primeiro acionamento. Para promover a limpeza do pára-brisa e eliminar as impurezas ali acumuladas, o ideal é usar uma solução de água com um pouco de álcool e aplicá-la com um pano limpo no vidro. Detergentes, querosene e quaisquer tipos de sabão, NUNCA! Esses produtos danificam a peça, comprometendo o seu funcionamento e reduzindo sua durabilidade. Para a limpeza das borrachas, quando for necessário, basta apenas passar um pano umedecido com água limpa para retirar possíveis impurezas, sempre com cuidado para não danificar os braços do limpador durante o processo.



O Contran (Conselho Nacional de Trânsito) publicou em 27 de dezembro de 2006, com vigência a partir da mesma data a Resolução 216, que fixa exigências quanto às condições do pára-brisas. Tal resolução determina que o motorista deve estar atento quanto ao estado do limpador. Aqueles que forem flagrados em desconformidade com a lei estão sujeitos à multa no valor de R$ 127,69, o que caracteriza infração grave. Além disso, podem acumular cinco pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação).





Todas essas dicas são importantes para que você possa cuidar corretamente das palhetas do limpador do pára-brisa do seu carro. Esses cuidados vão assegurar maior durabilidade da peça e que, por sua vez, cumprirá com eficácia a sua função que é de melhorar a visibilidade em situações adversas, chegando a ser componente essencial em casos extremos de chuvas intensas em locais escuros. Agora que você conhece um pouquinho melhor essa peça, sua importância e como cuidar dela, lembre-se de amanhã mesmo verificar o seu funcionamento e estado de conservação. Não hesite em substituí-la no momento adequado. Afinal, você merece trafegar em segurança e com a tranqüilidade de poder ir e vir sem preocupações.







Fontes Folha da Regiao e Carro100



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